12 de julho de 2015

A. A.

De todos os amores, dos intensos aos mais calmos, dos duradouros aos mais rápidos, dos de cama aos de planos de vida. De todos, todos os que vivi, só ficou o seu. Que me visita em tardes como essas, no litoral de uma saudade que não sabe ser preenchida. Temos todos os anos entre nós. Temos as palavras ditas e as que não tivemos coragem de dizer. Temos os erros. Eu tenho o peso da culpa, você tem a leveza das lágrimas. Tatuei você sobre e sob a pele. Não importa tudo que veio depois, tudo que construí tentando me separar de nós, fui sempre sua. Guardo minha aliança, os sonhos e um pedido de perdão que você não pode me dar.
São 7 anos em que vivo uma eternidade.

Cáh Morandi

2 comentários:

Val Santiago disse...

Eu também vivo uma eternidade! Me lembro de um verso seu:" amar e não poder estar, é tão injusto". Tudo me lembra dele, até o perfume uso, e eu queria que ele conhecesse o aroma nova. Mas, a vida segue. Talvez não tão alegre como planejei. Na verdade sempre existirá um por quê e muitas desculpas.

Val Santiago disse...

Eu também vivo uma eternidade! Me lembro de um verso seu:" amar e não poder estar, é tão injusto". Tudo me lembra dele, até o perfume uso, e eu queria que ele conhecesse o aroma nova. Mas, a vida segue. Talvez não tão alegre como planejei. Na verdade sempre existirá um por quê e muitas desculpas.

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