4 de abril de 2012

Poderíamos ser

não somos estrelas, nem trovões, nem sol
mas nascemos com um brilho
que se esconde, na timidez
e nas fraquezas que sobrepõe
os corajosos que deveríamos ser

não temos exércitos
nós não governamos uma nação
não temos sangue real
nascemos condenados
a sermos escravos
de nós mesmos


nós somos tanto,
e optamos ser nada.


Cáh Morandi

9 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

é que o campo de atuação nosso não é aqui, é lá.

Anônimo disse...

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Um brasileiro disse...

Oi. Estive por aqui dando uma olhada. Legal. Apareça por lá. Abraços.

Fernanda disse...

Nós não somos nada porque, na falta de humildade, desejamos ser mais que o Sol, que as estrelas.

Fernanda

Unknown disse...

O homem é essa grandeza decadente. Cuja potencialidade de um deus dança na alma, mas as tempestades de mundanos inflinge o corpo.


Abraço,

Alan Félix.

Rachel Nunes disse...

Optamos ser nada, ser o simples, ser o claro, ser aquilo que cerca o tudo.

Beijos, Cáh!

Anônimo disse...

Somos nada pelas grandezas que achamos que temos. Seria muito mais fácil, optar pelo simples.

beijos.

Celia Almeida disse...

Admiro seus textos.
Acho que complicamos a vida, que é tão simples, mas nos falta coragem de quebrar algumas amarras...

John Smith disse...

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