25 de janeiro de 2011



Guardo meu coração para depois, ainda não sei o que fazer com a parte que era tua.


Cáh Morandi

19 de janeiro de 2011

chove-me

para Lalo, sempre nordestino




Vejo a chuva descer quando você esquece
As águas que são raras,
A calmaria que sensura, ditadura própria.

E o chão fica alagado da tua tempestade,
E eu mergulho no que transborda,
Me jogo contra teu submarino.

Eu que não acho ruim,
Eu que sempre quis dançar na chuva,
Eu sempre árida.



Cáh Morandi

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