4 de fevereiro de 2011

tempestade

A lembrança da tua voz
é minha companheira nos dias de tempestade
nas horas que lembro, viver é preciso
apesar de...
apesar de tanta coisa ficar perdida
entre os olhares que nunca,
n-u-n-c-a mais irão se cruzar
mas a tua voz fica, e soa,
e canta às vezes
e eu começo a chover,
a chover,
c
h
o
v
e
r
para dentro de quem um dia fui
contigo.


(Cáh Morandi)

13 comentários:

Sandrio cândido. disse...

Que delicia ler-te e sentir o aconchego de teus versos.
beijos

Que seja Doce ♥ disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Que seja Doce ♥ disse...

Parece que foi eu mesma que escrevi, falou por mim o que sinto! Lindo viu Cáh Deus Abençoe!
Bjuuuu* @CrissCristal ♥

Marcos Satoru Kawanami disse...

o poema tem forma de flor, e chove no caule.

Rafaelle Melo. disse...

Dá gosto te ler!! Sempre e sempre...

H. Machado disse...

Deixa, deixa chover.

Sizií disse...

É tão bom quando você descreve coisas que não sei dizer... Lindo, lindo!!

Daniele Cezar disse...

eu começo a chover de paz quando leio teus textos.

beijo carinhoso em ti, Cáh :))

Capitu disse...

Algo sempre fica,apesar de...


.
.
beijo meu'

Keli Wolinger disse...

Nem todas as lembranças significam o fim, mas a eternidade do momento.

Abraços

Alê disse...

Tempestuoso

Jéssica V. Amâncio disse...

essa chuva toda vai alagar o coração

Anônimo disse...

Lindo, cara. Odeio me ver nesse escrito seu =/ hehe

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