1 de junho de 2010

riso

era como ele me fazia rir
não o riso, mas era como
ele me afundava as mãos
e me torturava de cócegas
nunca foram as gargalhadas
era essa maneira única em
que ele me tirava todo ar
e me matava por um triz
era como me fazia tão feliz
antes e depois de um sorriso.
.
.

(Cáh Morandi)

10 comentários:

Búh. disse...

identifiquei cenas minhas e de meu marido. Senti. :)

Carmem Gomes disse...

Hummmm...um riso que enche a alma e nos faz feliz só em pensar! Beijossss adorei como tudo que você debulha em palavras!

N. Ferrarezi disse...

Nossa quanta delicadeza nas suas poesias.
Parabéns, de verdade.

Daniele Cezar disse...

a gente nunca esquece um sorriso de amor, né? :)

beijocas e boa semana, menina linda.

Marcos Satoru Kawanami disse...

RISO DE CRIANÇA
(Noel Rosa)

Seu riso de criança
Que me enganou
Está num retratinho
Que eu guardo e não dou
Guardei sua aliança
Pra ter a lembrança
Do meu violão, que você empenhou
Canto agora de passagem
Você ouve mas não vê
É a última homenagem
Que eu vou fazer a você
Seu riso de criança
Que me enganou
Está num retratinho
Que eu guardo e não dou
Guardei sua aliança
Pra ter a lembrança
Do meu violão, que você empenhou


=D
Marcos

Bella Fessel disse...

Ah, Cah! continuo sempre por perto, sempre te lendo. Hj seus escritos me emocionaram muito. É um dia de amores perdidos. Beijos querida!

Priscila Rôde disse...

Arrancaram-me um agorinha,
de admiração!


Lindo, Cah!

Jéssica V. Amâncio disse...

lindo

t. disse...

tão sutil, tão lindo! *-*

Michele disse...

Lindo Cah,

Vou levar pro Blog.

Beijo no core, Mih

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