11 de setembro de 2008

Atrevimento

Não acredito em meus medos
Nem crio mais pesadelos
Que me fazem perder

Não acredito em meus debates
Nem crio mais impasses
Que me fazem reter

Sou inteira em cada envolvimento
Saltando buracos ao relento
Com vínculo ao clarear

Sou certeira em cada movimento
Cortando as curvas do vento
Com ímpeto ao voar



(Cris de Souza e Cáh Morandi)

3 comentários:

Anônimo disse...

Delicadamente ousado! :)
Beijos!

Robson Ribeiro disse...

Belo poema, parabéns!

A gente se descobre mesmo sempre, sempre, em cada dia, cada movimento, cada respirar...

Um grande beijo!

Natalia Fênix Gótica disse...

Amei delicado sim, meigo até.Muito muito atraente adorei seu blog ^^

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