22 de novembro de 2007

Das tuas cartas


Não me escreva estas tuas cartas grandes
Com páginas e páginas de vazio...
Nosso amor é forte e vivo,
Maior que a distância
E mais veloz que o vento;
Nosso amor não tem momento
Porque em tudo, ele é um todo,
O tempo todo em movimento...
Devo te contar um segredo
Que tive medo, até então,
De te confessar:
Das tuas cartas tudo que me treme,
Que me encanta, que me aflora,
Que desmorona tudo que é meu,
São as últimas quatro palavras...
“ Do sempre, sempre, teu...”


[ Cáh Morandi ]

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