30 de setembro de 2007

À meia-luz


Deveríamos fazer amor
Sempre à meia-luz


Claridade
Para mergulhamos
No olhar um do outro


Escuridão
Para nos entregarmos
Aos nossos desejos profanos


À meia-luz
Sempre
...e sempre.

- Cáh Morandi -

Um comentário:

A. C. O'Rahilly disse...

assim delicado e delicado um poema mas debaixo de uma paixão dirigindo. é bonita

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